16/11/2015

O golpe militar de 1964

O Regime Militar ou Ditadura Militar é decorrente do período entre 1964 a 1985, cuja época o Brasil esteve sob o controle das Forças Armadas Nacionais (Exército, Marinha e Aeronáutica) não tendo eleições diretas, e com características de abertura do mercado externo, censura e repressão. Neste período, os chefes de Estado, ministros e indivíduos instalados nas principais posições do aparelho estatal pertenciam à hierarquia militar, sendo que todos os presidentes do período eram generais do exército. A esse período, chamamos de golpe militar por tratar-se de uma intervenção ao governo eleito democraticamente na época e a instauração de um regime totalitário que censurava a imprensa e a opinião pública repreendendo violentamente pessoas contrárias ao governo e entre outras atrocidades. Até hoje, os crimes cometidos foram encobertos pela Lei da Anistia de 1979 (a lei anistiava por um lado os presos e exilados políticos e por outro lado, encobertava os crimes de abuso e poder, tortura e assassinato) e somente em 2012, com a criação da Comissão Nacional da Verdade, que abriu-se investigações para apurar as atrocidades cometidas.
Os fatores antecedentes ao golpe militar devem ser entendidos em conjunto entre o contexto mundial e nacional. No contexto mundial, tem-se o mundo na chamada Guerra Fria. Cuja época é caracterizada como a divisão do mundo em duas potências ou blocos: como o bloco capitalista defendido pelos E.U.A e o outro, o socialista, defendido pela URSS. Os E.U.A buscava manter sua hegemonia (imperialismo) nos países latinos-americanos (Doutrina Monroe “América para os Americanos”, o BIG STICK “O Grande Porrete”...) e intervinha nos países com ideologias comunistas (ver exemplo, como Chile). Os E.U.A financiou financeiramente o golpe militar e o treinamento de militares que organizaram o golpe contra a democracia através da Escola Superior de Guerra em 1949 (ver Lei 785/49 e Operação Condor).
No contexto nacional, o governo brasileiro encontrava-se em crise econômica a partir de 58 e 60 cuja, causa principal foi o fato de que o modelo econômico baseado na industrialização por substituição de importações chegou a um ponto de estrangulamento, já que os grandes grupos econômicos internacionais recusavam-se nos fornecer os capitais e as tecnologias necessárias à manutenção do modelo (ver Ordem Mundial).
No Brasil em 1962, é eleito o Janio Quadros que a partir de uma série de políticas adotadas no seu governo provocou uma reação adversa pelo grupo conservador brasileiro (elite brasileira e os militares), cujas políticas foram a tentativa de reatar as pazes com a URSS, negar o apoio ao embargo econômico dos E.U.A contra Cuba e a condecoração da Ordem Cruzeiro do Sul para o Che Guevara, guerrilheiro da Revolução Cubana. Com a pressão popular, Janio renuncia dando lugar ao seu vice presidente, o João Goulart (Jango).
Jango praticamente continuou com a mesma postura política de Janio, como exemplo o pensamento de construir as reformas de bases, como a reforma agrária, a reforma no sistema bancário, legislação ao capital estrangeiro e da remessa de lucros das multinacionais, a reforma sistema tributário (a fim de, aumentar os recursos financeiros do governo). Essas reformas tinham o apoio do grupo de progressistas (movimentos sociais, sindicatos, igrejas liberais...), mas descontentavam o grupo conservador (empresários, militares e entre outros formados pela elite brasileira, ou seja, formado por grupos de pessoas que sofreriam com as reformas de base).
Com a justificativa de evitar a “ameaça vermelha” (ver Macarthismo), o grupo conservador buscou ameaçar a derrubar o governo a força. Consequentemente, o grupo progressista realizou um comício a favor das reformas e do governo de Jango no Rio de Janeiro. Em resposta ao comício, realizou-se em São Paulo a Marcha da Família com Deus pela Liberdade (comparar essa marcha de 1964 com as marchas com o mesmo nome feitas no dia 22 de março em diversos lugares no Brasil). Somado a marcha, o apoio do Jango ao motim dos marinheiros (muitos chefes militares que até então apoiavam o governo, mudaram de lado, pois o motim dos marinheiros feria o que os militares mais defendiam: a hierarquia). Dessa forma, o presidente esteve sozinho levando a instauração do regime militar no dia 31 de março.

As fases do Regime militar e os presidentes:

Pelos historiadores é possível dividir o Regime Militar em duas fases: a primeira é referente a fase da expansão do autoritarismo e a segunda é sobre a abertura política. Essa divisão é feita da seguinte forma:

Expansão do autoritarismo: Castelo Branco (1964 – 1967), Costa e Silva (1967 – 1969) e Médici (1969 – 1974).

Abertura Política: Geisel (1974 – 1979) e Figueiredo (1979-1985).  

§  abril de 1964 a julho de 1967;
§  suspensão dos direitos políticos dos cidadãos;
§  cassação de mandatos parlamentares;
§  eleições para governadores passam a ser indiretas;
§  dissolução dos partidos políticos e criação da Aliança Renovadora Nacional (Arena), que reuniu os governistas, e do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que reuniu as oposições.
§  nova Constituição entrou em vigor (janeiro de 1967);
§  proibição de greves.

2) Governo Arthur da Costa e Silva 
 
§  março de 1967 a agosto de 1969;
§  enfrentamento da reorganização política dos setores oposicionistas;
§  radicalização das medidas repressivas (promulgação do Ato Institucional nº 5);
§  Costa e Silva foi afastado por motivos de saúde e substituído, durante dois meses, por uma junta militar.

3) Governo Emílio Garrastazu Médici 
 
§  novembro de 1969 a março de 1974;
§  o mais repressivo do período ditatorial;
§  organizações clandestinas de esquerda foram dizimadas;
§  "milagre econômico": fase áurea de desenvolvimento do país, com recursos investidos em infra-estrutura;
§  crescimento da dívida externa (devido as inúmeras obras .

4) Governo Ernesto Geisel 
 
§  março de 1974 a março de 1979;
§  crise mundial do petróleo, recessão mundial, escassez de investimentos estrangeiros no país;
§  MDB consegue expressiva vitória nas eleições gerais de 1974;
§  início da distensão lenta e gradual;
§  militares extremistas ofereceram resistência à política de liberalização;
§  revogação do AI-5 e restauração do habeas corpus.

5) Governo João Baptista de Oliveira Figueiredo 
 
§  março de 1979 a março de 1985;
§  aceleração do processo de liberalização política (aprovação da Lei de Anistia);
§  restabelecimento do pluripartidarismo;
§  resistência de militares extremistas;
§  aumento dos índices de inflação;
§  recessão;
§  movimento Diretas Já;
§  Colégio Eleitoral (formado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal) escolheu o deputado Tancredo Neves como sucessor, que veio a falecer. Em seu lugar assumiu o vice-presidente, José Sarney.


Considerações finais
O principal ponto sobre os 50 anos do Golpe Militar é a questão da impunidade dos torturadores que não sofreram nenhuma punição. Essa impunidade é resguarda pela Lei da Anista no governo de Figueiredo. Em 2012, foi aprovada a Lei que cria a Comissão Nacional da Verdade que buscará investigar os crimes encobertados.


ESTUDANDO EM CASA

Dica de filme:
O que é isso companheiro?
O filme conta sobre a história do sequestro do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Charles Burke Elbrick, em setembro de 1969, por integrantes dos grupos guerrilheiros de esquerda MR-8 e Ação Libertadora Nacional, que lutavam contra a ditadura militar instalada no país em 1964 e pretendiam trocar o embaixador por companheiros presos. O filme demonstra o período de censura e repressão aos cidadãos vinculados a grupos armados e cidadãos comuns.

Dica de documentário:
Guerra da democracia

Sinopse: Filme sensível, humano, inteligente e essencial. O premiado jornalista John Pilger mostra a cruel realidade planejada pelos EUA para quase todos os países latino-americanos. Golpes, assassinatos, grupos de extermínio, torturas, genocídios – financiados e treinados pela CIA, acompanhados por uma cobertura quase sempre desonesta da mídia local – transformaram esses países no que eles são hoje: Desigualdade, miséria, desinformação e fornecedor de produtos primários. Mas o documentário não é só amargura e mostra numa mensagem de otimismo de que o povo pode sair às ruas e conseguir o que lhe é de direito


Dica de leituras:


Lei que cria a Comissão Nacional da Verdade:

Site da comissão nacional da verdade - http://www.cnv.gov.br/




15/11/2015

Vestibular da Unesp 2016: prova, gabarito e comentário

Hoje, dia 15 de novembro, foi aplicado a prova da primeira fase da Unesp 2016. A primeira fase é constituída de 90 questões de múltipla escolha, sendo 30 de linguagens (português e estrangeira), 30 de ciências humanas e 30 de ciências da natureza.

O resultado, a lista de aprovados para a 2ª fase e a divulgação do local  de prova estará disponível no dia 2 de dezembro. A 2a fase da Unesp será nos dias 13 e 14 de dezembro, respectivamente, domingo e segunda-feira.  

12/11/2015

Na Natureza Selvagem

 Felicidade só é real quando compartilhada 
Na Natureza Selvagem é um filme biográfico de drama estadunidense de 2007 escrito e dirigido por Sean Penn. É uma adaptação do livro de não-ficção de mesmo nome de 1996 de Jon Krakauer baseado nas viagens de Christopher McCandless através da América do Norte e sua vida passada no deserto do Alaska no início da década de 1990. O filme é estrelado por Emile Hirsch como McCandless com Marcia Gay Harden e William Hurt como seus pais e também possui Catherine Keener, Vince Vaughn, Kristen Stewart, e Hal Holbrook.
 O filme estreou durante o Festival de Roma 2007 e mais tarde abriu em Fairbanks, Alaska, em 21 de setembro de 2007 e mais tarde foi nomeado para dois Globo de Ouro e ganhou o prêmio de Melhor Canção Original "Guaranteed" de Eddie Vedder. Ele também foi indicado a dois Oscar incluindo Holbrook para Melhor Ator Coadjuvante.

Trailer do filme Na natureza Selvagem

Não encontrei o filme disponível no youtube, contudo, é possível assistir-lo no Netflix. Caso não ache o filme no netflix procure pelo nome original (em inglês): Into the Wild.




Revolução Mexicana e Revolução Cubana

Revolução Mexicana


Viva Zapata! (1952)

"A vida e a época do lendário revolucionário mexicano Emiliano Zapata são trazidas às telas por Darryl F. Zanuck, em audaciosa produção do roteiro de John Steinbeck. Marlon Brando, ainda na onda do seu grande sucesso Uma Rua Chamada Pecado, apresenta uma impressionante interpretação no papel do líder revolucionário. O filme também conta com Anthony Quinn, que ganhou o Oscar® de Melhor Ator Coadjuvante em 1952 por sua atuação como o irmão de Zapata. Viva Zapata! é um clássico entre os filmes políticos e um ótimo exemplo da genialidade de Marlon Brando como ator de cinema" (download em torrent).

Não achei o filme completo no youtube. Encontrei um trailer do filme (em inglês) - veja aqui



EZLN - Exército Zapatista de Libertação Nacional 



O zapatismo em 15 questões - veja aqui



Zapatista (1999, 55 min) - veja aqui 



Revolução Cubana



História da Revolução Cubana



O filme sobre a crise dos mísseis. 

13 dias que abalaram o mundo




Crise dos mísseis - o mundo a beira da guerra nuclear


Diário de motocicleta - 



Che 1 

Che 2 - A guerrilha



06/11/2015

Denúncia de trabalho escravo e massacre de Unaí:


Caros leitores,

Leiam essa matéria sobre o massacre de Unaí em 2004 que demonstra a problemática da questão do trabalho escravo no Brasil. Embora a escravidão no Brasil tenha sido abolida com a Lei Áurea em 1888, temos, infelizmente, ainda casos de trabalho escravo em pleno século XXI.


Na cidade de Unaí, em MG, no ano de 2004 ocorreu o episódio do Massacre de Unaí que resultou no assassinato a tiros de 3 auditores fiscais e 1 motorista do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Estes foram assassinados quando fiscalizavam denúncias de trabalho escravo em fazendas da região. O fazendeiro Antério Mânica foi condenado como o mandante da chacina, pois foi responsável por contratar pistoleiros para executar a ação. Se seguirmos o ditado de "quem não deve, não teme", com certeza, podemos pelo meio hipotético-dedutivo deduzir que o fazendeiro seja culpado em relação ao uso do trabalho escravo e que tentara evitar complicações com os fiscais em sua fazenda.

Felizmente, hoje (dia 5 de novembro) o fazendeiro, com 60 anos de idade, foi condenado a 100 anos de prisão pela chacina.  


Não que tenha relação direta com o crime cometido, mas é espantoso que o fazendeiro em questão tenha sido eleito duas vezes como prefeito da cidade de Unaí pelo PSDB, entre 2005 a 2012 (o crime ocorreu em 28 de janeiro de 2004). Com certeza, deve ser um choque para seus eleitores (no ano do crime, já tinha ideia de que poderia ser latifundiários os culpados pelo assassinato, inclusive alguém da família Mânica, então, provavelmente seus eleitores sabiam da possibilidade do crime e votaram mesmo assim num criminoso). Comento isso, porque alguns jornais estamparam a notícia com o título de "ex-prefeito é condenado", como se o crime tivesse sido executado durante o mandato de prefeito (o que não aconteceu). 

Mas, por que, o professor postou esta notícia? Qual relação com o conteúdo de atualidade? O tema do trabalho escravo por conta de sua pertinência na nossa sociedade é lembrado nos vestibulares e concursos. As condições análogas ao trabalho escravo não são encontradas somente em fazendas e também, têm em diversas empresas são acusadas sobre a prática do crime. Por exemplo, leiam as matérias: Renner está envolvida com trabalho escravo e Escravos da moda as grifes e o trabalho escravo.

Retornando a relevância do assunto no vestibular e concurso, na discussão sobre atualidade, outro ponto muito importante é o projeto que tramita no congresso sobre a mudança da definição do trabalho escravo. Se realmente tivermos esta mudança na definição de trabalho escravo, teremos uma dificuldade em resolver a situação. 

Como é a atual definição de trabalho escravo:
Segundo o artigo 149 do Código Penal Brasileiro, o conceito de trabalho em condições análogas à escravidão é caracterizado pelos seguintes elementos:

Condições degradantes de trabalho, que coloquem em risco a saúde e a vida do trabalhador;
Jornada exaustiva, em que o trabalhador é submetido a esforço excessivo ou sobrecarga de trabalho;
Trabalho forçado, situação em que a pessoa é mantida no serviço sem possibilidade de abandonar o local através de fraudes, isolamento geográfico ou ameaça e violência;
Servidão por dívida, situação em que a pessoa é forçada a contrair ilegalmente uma dívida que o obriga a trabalhar para pagá-la (Novas formas de exploração no Brasil)
Como será a definição de trabalho escravo caso mudar:
Tramitam no Congresso Nacional diversas propostas que buscam alterar o conteúdo do artigo 149, que trata do conceito de trabalho escravo. O projeto de lei 3842/12, do deputado federal Moreira Mendes (PSD-RO), quer exclui condições degradantes de trabalho e jornada exaustiva como elementos definidores de trabalho semelhante ao escravo.
Esse não é o único projeto a tratar do tema. Em 2014, a proposta dos senadores Blairo Maggi (PR-MT) e Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), ligados à bancada ruralista, também solicitou a exclusão desses dois pontos no Código Penal. Ela já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça.
Há ainda um projeto que regulamenta a Emenda 81 (a antiga PEC do Trabalho Escravo), que tem como relator o senador Romero Jucá (PMDB-RR), que prevê a reavaliação de itens como o conceito de trabalho escravo e se a ação expropriação está de acordo com a legislação.
Para esses congressistas, os dois elementos podem gerar “insegurança jurídica” pela amplitude de interpretações e que o conceito de trabalho escravo se encaixaria apenas em caso de trabalho em situação de cárcere. Movimentos e organizações sociais alertam que essas medidas são um retrocesso jurídico e sua alteração pode reduzir as chances de punição jurídicas ao empregador.
Caso a emenda passe, será mais difícil o resgate de imigrantes das oficinas de costura ou cortadores de cana, que trabalham em jornadas exaustivas e em locais degradantes, mas recebem pela produção (Novas formas de exploração no Brasil)
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 Mapa da quantidade de trabalhadores resgatados com condições análogas a escravidão, entre 1995 a 2006 

Mapa do número de trabalhadores escravizados resgatados no Brasil de 1995 a 2006


01/11/2015

Debatendo a Bomba atômica: vídeos, textos e outros

"Bomba atômica é uma arma explosiva cuja energia deriva de uma reação nuclear, por isso também é denominada de bomba nuclear. Ela tem um poder destrutivo imenso, para ter ideia dessa potência, basta citar que ela é capaz de destruir totalmente grandes cidades" (Brasil Escola: Bomba atômica).


A bomba atômica não foi uma simples ação de guerra, os Estados Unidos buscavam demonstrar seu poderio de destruição e, de certa forma, demonstrar o que viria a ser nas décadas seguintes com a Guerra Fria. 




Analisar o uso da bomba atômica somente como uma tentativa de acabar de forma mais rápida com a Segunda Guerra Mundial, mesmo que a Alemanha já havia se rendido após o suicídio de Hitler, é um erro, mesmo que esta versão seja a mais usada pela história oficial. Infelizmente, as consequências do lançamento da bomba tiveram diversas consequências para a população japonesa e é interessante refletirmos.

O Japão, com ajuda financeira dos países aliados, foi reconstruído a partir dos destroços da Bomba Nuclear em Hiroshima e Nagasaki, mas será que as consequências da bomba nuclear não tenha gerado sequelas na população? 

Indico a seguir um documentário, um texto e uma matéria do programa Fantástico sobre o assunto e para tentar deixar mais claro as dúvidas colocadas acima.  



1. Documentário: Hiroshima, o dia seguinte
Ano: 2011


"A história da primeira bomba atômica sob pontos de vista pessoais muito diferentes, o testemunho minuto a minuto daqueles cuja vida foi mais devastada pela bomba, os sobreviventes e o relatório da equipe científica e militar enviada a Hiroshima para analisar a potência desta nova arma que seu país deixou cair sobre uma cidade e seus moradores".

2. Texto: Sobreviventes de Hiroshima sofreram também com desprezo


"Muitos dos que inicialmente escaparam com vida [da bomba atômica lançada em Hiroshima] sofreram de doenças cancerígenas que os levaram a uma morte longa e dolorosa, enquanto que outros, particularmente as mulheres mais jovens, foram colocadas na situação de párias, de intocáveis, porque suspeitavam que elas não pudessem mais gerar filhos saudáveis. Nunca os americanos, autores do bombardeio atômico, transcorrido decênios do ocorrido, manifestaram pesar pelo estrago ou arrependimento público pela matança que premeditadamente provocaram".

3. Matéria do Fantástico: Fantástico - História da Bomba Atômica

4. Fotos sobre a destruição da Bomba Atômica


Sombra numa escadaria. Efeito da explosão da Bomba de Hiroshima
Fonte: google

Outros assuntos do blog:
Einstein e a Bomba Atômica

Videos explicativos sobre a Segunda Guerra Mundial